Retomando a matéria....
O século VII foi muito importante para o mestiço, como principal causa na identidade brasileira, pois era o mediador entre os dois povos (índios e portugueses). Os jesuítas conseguiram domesticar uma raça de indígenas mas haviam varias outras que eram extremamente violentos. Com a morte de muitos índios pelo trabalho pesado na cana-de-açúcar e a de outros navios no Brasil, bloqueou-se o tráfico negreiro, por isso, o mestiço mais uma vez tomou o papel principal exercendo mais uma vez o meio de comunicação entre os povos.
Além disso, o mestiço passou a caçar indígenas e assim ganhavam muito dinheiro. Neste mesmo século, um documento escrito pela autoria de um padre nomeando estes como " gente da terra " (como expliquei na ultima postagem). Tempo mais tarde, o tráfico é desbloqueado e circulava novamente pelo Brasil e o mestiço mais uma vez perde seu valor.
Por causa da distância, a metrópole não obtinha muito contato com a colônia, fazendo assim, os navegadores terem toda a liberdade e poder no Brasil, mais especificadamente em Salvador.
Desde o início Portugal explorava o Brasil afim de encontrar minas de ouro (parece a história de Pocahontas neh!). No século VIII os portugueses acharam minas de ouro, enquanto isso a identidade ainda era distinta porque ninguém se identificava com a terra, os mestiços eram nômadess e por isso como toda a população não se consideravam "da terra". Isso mudou com a descoberta do ouro, pela valorização que o mestiço conheceu.
Existiam dois tipos de classes sociais:
- A primeira eram formados pelos senhores de engenho = Proprietários.
- A segunda eram formados pelos escravos.
O mestiço fora dessa margem começa a capturar os escravos, torna-se capatas e caçador de ouro. O tornando a secundária classe : Capitães do mato.
Fazendo-o assim um pobre livre sendo registrado como identificadoa terra porque não era dono dela mas plantava todos os tipos de alimentos (agregado).
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